Cirurgia Bariátrica: Como e por que suplementar

Atualmente a cirurgia bariátrica é considerada a ferramenta mais eficaz no controle e no tratamento da obesidade severa. Os benefícios da cirurgia incluem resolução ou melhora acentuada de doenças crônicas como hipertensão, diabetes e hiperlipidemia. Entretanto, é preciso salientar que o tratamento cirúrgico da obesidade não se resume ao ato cirúrgico.

A má absorção de nutrientes é umas das explicações para a perda de peso alcançada com o uso de técnicas disabsortivas como a derivação biliopancreática/duodenal), sendo que cerca de 25% de proteína e 72% de gordura deixam de ser absorvidos. Automaticamente, nutrientes que dependem da gordura dietética para serem absorvidos, como as vitaminas lipossolúveis e o zinco, estão mais suscetíveis a uma má absorção nesse tipo de procedimento.

Vitaminas e minerais são fatores e cofatores essenciais em muitos processos biológicos que regulam o peso corporal direta ou indiretamente. Os benefícios metabólicos desses micronutrientes no controle da perda de peso incluem a regulação do apetite, da fome, da absorção de nutrientes, da taxa metabólica, do metabolismo de lipídios e carboidratos, das funções das glândulas tireoide e suprarrenais, do armazenamento de energia, da homeostase da glicose, de atividades neurais, entre outros. Assim, a “adequação” de micronutrientes é importante não só para a manutenção da saúde, mas também para obter o máximo sucesso na manutenção e na perda de peso a longo prazo
As deficiências de micronutrientes são as principais alterações que colocam em risco o sucesso dos procedimentos cirúrgicos. A prevenção das deficiências de vitaminas e minerais exige acompanhamento dos pacientes em longo prazo e o conhecimento das funções desses micronutrientes no corpo humano.

A utilização regular do suplemento nutricional tem sido defendida quando utilizada de forma correta: pelo menos cinco vezes por semana. No entanto, apenas 33% dos pacientes atendem a essa recomendação, e 7,7% deixam de utilizar os polivitamínicos/minerais após dois anos de cirurgia. A reposição e a incorporação de micronutrientes ao corpo a partir da alimentação é a maneira mais adequada de se manter os estoques corporais em níveis desejáveis. No entanto, em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica alguns fatores justificam a suplementação nutricional. Portanto, a utilização de uma dosagem diária adequada de polivitamínico/mineral é uma forma de garantir o aporte nutricional adequado de micronutrientes para o bom funcionamento dos processos que ajudam na regulação de peso corporal. A preocupação com a biodisponibilidade dos micronutrientes influencia na eficácia da suplementação. Nesse sentido, é importante considerar as formas de apresentação das suplementações disponíveis comercialmente.

O início da suplementação do polivitamínico/mineral ou da reposição de ferro de forma isolada têm sido recomendados logo após a alta hospitalar. No entanto, alguns hospitais já disponibilizam tal suplementação após 48 horas de cirurgia. A suplementação isolada de vitaminas e/ou minerais é utilizada no caso de diagnóstico de deficiência nutricional ou quando há a intenção de diminuir a interação.

O uso de polivitamínicos/minerais de forma preventiva deve compor o protocolo de atendimento de todos os pacientes submetidos à cirurgia bariátrica, principalmente daqueles submetidos às técnicas que envolvem algum grau de disabsorção. O tratamento das deficiências nutricionais desses pacientes deve considerar megadoses de micronutrientes devido à menor biodisponibilidade em decorrência das alterações fisiológicas proporcionadas pelas técnicas cirúrgicas. Mais estudos são necessários para estabelecer a dosagem eficaz no tratamento das deficiências nutricionais após cirurgia bariátrica.

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Referência:
http://www.scielo.br/pdf/ramb/v57n1/v57n1a25.pdf

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Aplicabilidades na suplementação de BCAA e associações

BCAA é uma fonte de aminoácidos de cadeia ramificada que são usados para abastecer os músculos de trabalho e estimular a síntese proteica. BCAA vem da abreviação de “Branch Chain Amino Acids”, que significa Aminoácidos de Cadeia Ramificada, são formados por 3 aminoácidos essenciais que não são produzidos pelo organismo, sendo eles: L-Leucina, L-Isoleucina e L-Valina.

Efeitos do BCAA sobre a síntese proteica e reparação muscular

A importância da Leucina, que é um dos seus componentes na reparação do dano muscular pós-exercício, estimulando a síntese de proteínas, tem sido bastante enfatizada em resultados de estudos recentes.

A leucina tem sido amplamente investigada, uma vez que a sua taxa de oxidação é maior quando comparada a isoleucina e valina e por possuir a capacidade de estimular a síntese proteica muscular. Os estudos demonstram que o efeito da mistura dos três aminoácidos sobre a síntese proteica muscular pode ser atribuído ao aminoácido leucina, uma vez que em estudo com músculo esquelético perfundido, foi verificado que o fornecimento de leucina isoladamente estimula a síntese proteica muscular tão efetivamente como a mistura dos três.

A leucina exerce os seus efeitos em nível pós transcricional e mais comumente durante a fase de iniciação da tradução do RNA-mensageiro em proteína. O mecanismo pelo qual a leucina estimula a tradução de proteínas está relacionado ao fato do aumento da concentração intracelular desse aminoácido promover a ativação de uma proteína quinase denominada alvo da rapamicina em mamíferos (mammalian Target of Rapamycin – mTOR). O mTOR estimula a síntese proteica principalmente por meio de três proteínas regulatórias chaves: a proteína quinase ribossomal S6 de 70 kDA (p70S6k); a proteína 1 ligante do fator de iniciação eucariótico 4E (4E-BP1); e o fator de iniciação eucariótico 4G (eIF4G). (Figura 1)

Leucina é um dos aminoácidos de cadeia ramificada (os outros são isoleucina e valina), e se destaca pela capacidade de promover a síntese proteica via estímulo de PI3k/akt/mTOR (sinalizadores intracelulares) para maior incorporação de aminoácidos nas fibras musculares, assim como estímulo de células satélites para garantir não só hipertrofia, mas hiperplasia e regeneração tecidual. (Nie C 2018).

Alguns trabalhos sugerem a suplementação com leucina como forma de terapia importante para promoção do anabolismo e regeneração do tecido muscular lesado, inclusive com a oferta de outros nutrientes que possam exercer ação sinérgica.

Uma preocupação constante em relação a saúde humana é com a perda de massa muscular associada ao envelhecimento. Trabalhos sugerem que indivíduos que ao envelhecerem conseguem manter ou aumentar a massa muscular, tem maior longevidade e melhor qualidade de vida. (Srikanthan P, 2014).

Trabalho recente publicado por Devries MC et al (2018) em mulheres idosas com média de 69 anos submetidas a exercício resistido na perna, promoveu suplementação com whey protein isolado 25g (sendo 3g de leucina presentes na dose de whey) em um grupo, e no outro grupo, 10g de proteína de leite sendo também com 3g de leucina, por 6 dias. Os resultados demonstraram que a síntese proteica miofibrilar foi maior no grupo que tomou 3g de leucina com apenas 10g de proteína do leite, concluindo que o mais importante para evitar a perda de massa muscular e garantir o anabolismo não é o total proteico, mas a oferta dos aminoácidos essenciais e não essenciais e a dose de leucina presente.

Alguns estudos recentes têm reforçado o conceito da suplementação de whey protein associado a uma dose maior de leucina para garantir a síntese proteica e evitar a sarcopenia em idosos praticantes de atividade física. Os autores tem indicado doses de 3 a 5g de leucina. (Kramer et al, 2017; Chanet A et al, 2017).

Pessoas que podem se beneficiar com a suplementação de leucina são pacientes em uso de crônico de corticoides, como os asmáticos, portadores de doenças autoimunes, alérgicos e algumas formas de câncer (ex, leucemias), já que estes são medicamentos capazes de inibir a síntese proteica. A leucina pode evitar a proteólise e a sarcopenia por bloquear a AMPK (adenosina monofosfato kinase) e estimular o mTOR. (figura 1) (Wang XJ et al, 2016)

Uma associação interessante de ser feita na prática clínica é a suplementação de leucina com glutamina, conforme descrito por Waldron M et al (2018). Os autores testaram a leucina na dose de 0,087g/Kg associado com 0,3g/kg de glutamina, e observaram redução significativa da Creatina Kinase e da dor muscular tardia (DOMS) em relação ao grupo que usou apenas maltodextrina (controle), após exercício excêntrico.

Uma outra possibilidade de utilização da leucina é em dietas cetogênicas visando tratamento de epilepsia ou mesmo perda de gordura corporal para garantir a massa magra. Leucina é um aminoácido cetogênico, porém sua utilização requer cuidado pois sua capacidade de liberação de insulina poderia atrapalhar a cetose fisiológica do jejum ou mesmo induzida pelo consumo de triglicerídeos de cadeia média (TCM). Harvey C et al (2018) descreve em sua revisão que dosagens de até 9g de leucina induzem a cetose, mesmo reduzindo a proporção gordura para proteína de 4:1 para 2,5:1.

Portanto, conclui-se que a suplementação de leucina tem suas indicações para prevenção do catabolismo muscular, especialmente em situações clínicas descritas no texto, devendo ser bastante valorizada para o público idoso, bem como fazer suplementação associada a TCM (pré-treino) ou glutamina, ou mesmo com Whey Protein visando um ganho extra ao anabolismo e a síntese miofibrilar.

Referências:

http://www.vitaforscience.com.br/single-post/2018/08/22/Suplementacao-de-leucina-eassociacoes
http://viafarmanet.com.br/wp-content/uploads/2015/07/BCAA-Protein.pdf

Emagrecer com L-CARNITINA

A L-Carnitina pode emagrecer pois é uma substância que ajuda o corpo a transportar a gordura para as mitocôndrias das células, que são locais onde a gordura é queimada e transformada em energia necessária para o funcionamento do organismo.

Desta forma, o uso de L-Carnitina, além de ajudar a emagrecer, aumenta os níveis de energia, melhorando o desempenho nos treinos e a resistência.

Esta substância pode ser encontrada naturalmente nos laticínios e na carne, especialmente na carne vermelha, assim como no abacate ou nos grãos de soja, embora em quantidades menores.

Como tomar

A dose recomendada de L-Carnitina é de 2 a 6 gramas por dia, durante 6 meses, devendo ser orientada por um médico ou nutricionista de acordo com peso e nível de atividade física.

O ideal é tomar o suplemento de manhã ou antes dos treinos, pois é necessário fazer exercício físico para que o organismo utilize adequadamente a substância.

Principais efeitos colaterais

Na maioria dos casos, o uso de L-Carnitina não provoca qualquer efeito negativo, porém quando utilizado em excesso ou por períodos muito longos podem surgir náuseas, cólicas abdominais, vômitos ou diarreia, por exemplo.

Proteínas veganas e zero lactose

Quem não pode tomar whey protein tem boas opções para suplementar proteína. Descubra como elas são produzidas e como atuam no organismo.

Whey protein é a suplementação de proteína mais procurada por quem quer obter ganhos de massa muscular. Mas será a melhor opção para todos? Como o whey é o soro do leite, esta proteína não é uma opção aos alérgicos à derivados do leite ou pode causar dificuldade de digestão àqueles que apresentam intolerância à lactose. Além disso, há a questão dos muitos que optam por uma dieta vegana. Este texto vai abordar as opções de suplementação proteica que não têm o leite como base.

PROTEÍNA DA CARNE

A proteína isolada da carne bovina tem 14x mais L-glicina e 4x mais L-arginina que a proteína do soro do leite. Estes aminoácidos são precursores da Creatina, que é utilizada pelo organismo para fornecer energia durante os exercícios físicos intensos e de curta duração. A L-arginina também tem função na recuperação de tecidos. Além disso, também contém os aminoácidos BCAA, fundamentais para a ativação da produção de proteínas musculares.

Assim como no whey protein, é importante observar algumas características da proteína da carne para que sua performance seja eficiente. Quando hidrolisada e em peptídeos, por exemplo, sua digestibilidade, absorção e aproveitamento são superiores.

Mas e o sabor, é de carne? Diferente do que imaginamos, quando a proteína da carne é obtida utilizando a tecnologia a seu favor, o resultado é uma proteína que pode ser combinada à sabores doces, como chocolate, banana, ou seja, não tem sabor de carne! Suplementos sem açúcar e feitos com aromas e adoçantes naturais proporcionam ainda mais benefícios.

Ao optar por esta proteína é preciso também se atentar para a dieta do gado, evitando aqueles alimentados com hormônios, antibióticos ou pastagens geneticamente modificadas. Também devem ser observadas as quantidades de gordura, colesterol e sódio.

PROTEÍNAS VEGETAIS

Estima-se que cerca de 5 milhões de brasileiros são adeptos a dieta vegana. Para estes, tanto o whey protein quanto a proteína da carne não são opções válidas. A escolha deve então recair sobre suplementos com proteína extraída de fontes vegetais. Algumas destas fontes apresentam perfil de aminoácidos com grande similaridade e equivalência aos aminoácidos de origem animal.

A combinação de proteína isolada da ervilha amarela com proteína da amêndoa, por exemplo, além de suplementar proteína, proporciona a melhora do perfil lipídico, auxiliando na função cardiovascular. Atua também no controle glicêmico e ajuda na sensação de saciedade.

O suplemento pode ainda receber vitamina D3 exclusivamente vegana, já que pessoas adeptas a esta dieta, normalmente possuem carência desta vitamina. Os suplementos de proteína vegetal podem ainda oferecer vitaminas, minerais, enzimas e compostos bioativos de ação antioxidante, anti-inflamatória e antimicrobiana.

E, assim como nos demais suplementos proteicos, os de origem vegetal dispensam o uso de açúcar, adoçantes artificiais e aromatizantes artificiais para ficar delicioso. Sabores como cacau, banana com canela e baunilha são bem populares.

ARROZ E SOJA

As proteínas do arroz e da soja também são opções aos veganos e vegetarianos, no entanto, existem algumas ressalvas que devem ser observadas. No caso do arroz, diferente de outros cereais, o risco é de contaminação. Cultivado em solos inundados, seus grãos podem conter traços do metal pesado arsênio, que é mobilizado pelo excesso de água. Já a soja não seria a melhor opção por ser quase totalmente produzida a partir de grãos modificados geneticamente, que permitem o maior uso de herbicidas.

CONCLUINDO

Seja extraída de carne bovina, de vegetais ou mesmo de leite, a suplementação proteica é uma boa opção para praticantes de atividade física que querem maximizar o ganho de massa muscular. Também pode ser de grande ajuda para combater a sarcopenia, que é a perda natural de massa muscular com o passar dos anos.

Em todos os casos, é preciso ficar atento à qualidade dos ingredientes que compõem o suplemento de proteína escolhido. Itens como aromatizantes artificiais, açúcar e glúten não combinam com um alimento com função tão importante.

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Como acabar com a retenção de líquidos

Retenção de líquido: esse inchaço não passa de líquidos acumulados no organismo que muitas vezes acaba sendo incomodativo (o efeito da retenção, pode causar inchaços no abdómen, pernas, tornozelos, mãos e pés).

Hoje em dia, existe uma serie de alimentos e suplementos alimentares denominados Diuréticos. Esses suplementos atuam no funcionamento dos rins, interferindo no processo de filtração e reabsorção de água e sais e aumentando a quantidade de urina produzida pelo organismo.

Ao intensificar o fluxo urinário, os diuréticos favorecem a eliminação do sódio, muitas vezes responsável por casos de pressão arterial alta e insuficiência cardíaca e renal.

Ao realizar esse processo, restará menos água para ser reabsorvida pelo corpo. Por esse motivo, os diuréticos são indicados para diminuir a retenção de líquido.

Vários fatores podem causar retenção de água, incluindo algumas condições de saúde subjacentes graves, como doença renal e insuficiência cardíaca, alto consumo de bebidas alcoólicas, período menstrual, e outros.

As mulheres sofrem com esse problema durante os dias que antecedem à menstruação ou no período da menopausa. Para ajudar a eliminar este problema podemos utilizar os suplementos diuréticos como citados acima, os chás diuréticos são fortes aliados, pois além de agir diretamente na retenção abdominal, possuem compostos bioativos que atuam em nosso organismo para a eliminação de toxinas, assim proporcionando o efeito desejado sem efeitos colaterais.

Conheça alguns produtos que fornecem uma alta atividade diurética no seu organismo, favorecendo o emagrecimento e a perda de peso:

Pasta de Amendoim: tudo o que você precisa saber a respeito

Boa parte da galera que treina, para fugir de opções não muito saudáveis, opta pela pasta de amendoim em diversas receitas. Será que você sabe tudo sobre ela?

A pasta de amendoim já caiu no gosto dos brasileiros e, principalmente, de quem treina.

Isso porque além de ser uma delícia, é um alimento muito nutritivo, que proporciona diversos benefícios à saúde e alguns específicos para quem treina.

Mas assim como diversos outros alimentos, há muitos mitos sobre os benefícios e malefícios que envolvem a pasta de amendoim e seu consumo.

Você não deve deixar se enganar sobre sobre os benefícios que a pasta de amendoim pode te proporcionar, e também em relação aos malefícios.

Por isso, fizemos este post que contém tudo o que você precisa saber sobre a pasta de amendoim.

Saca só:

Pasta de Amendoim: tudo o que você precisa saber sobre pasta de amendoim

Propriedades nutricionais

A pasta de amendoim é rica em gordura, sendo boa parte dela de gordura boas.

Vale lembrar que o consumo de gordura é essencial para a saúde, pois esse nutriente possui diversas funções no organismo.

Para quem treina e deseja ganhar massa muscular, é muito importante, pois a gordura é essencial na produção de alguns hormônios, como a testosterona.

Por conter uma grande quantidade de gordura, também contém um alto valor calórico.

Por isso, deve ser consumida com moderação, principalmente, por quem quer emagrecer.

Porém, ser calórico ou conter muito gordura não quer dizer que o alimento não é saudável ou provoca o ganho de gordura corporal.

Um alimento com alto teor de calorias, quando contém também grande quantidade de nutrientes importantes para a saúde, sem adição de açúcar, etc. não é um alimento ruim, por exemplo.

Além disso, todos os alimentos, calóricos ou não, devem ser consumidos conforme suas necessidades.

A pasta de amendoim também contém boa concentração de proteína, outro motivo que tem feito do alimento um aliado de quem treina.

Em relação aos carboidratos, contém uma quantidade menor concentração em relação aos outros macronutrientes e ainda boa quantidade de fibra alimentar.

Vale ressaltar que, se a pasta de amendoim foi adicionada de açúcar, ela apresentará mais carboidrato.

Também é rica em diversas vitaminas e minerais, que são muito importantes para a saúde e para quem treina, independente do objetivo.

Para exemplicar, imagine que 100g* de pasta de amendoim possui cerca de:

610 calorias
15g de carboidrato
25g de proteína
50g de gorduras
7g de fibras alimentares

* Os valores acimas foram calculados com a média de algumas matérias-primas e principais marcas do mercado. Os valores podem ser maiores ou menores de acordo com diversos fatores.

Principais benefícios

  1. Hipertrofia

Para alcançar a hipertrofia, é necessário uma dieta equilibrada, que vise o ganho de massa muscular não acompanhada do aumento excessivo de gordura corporal.

Por isso, um plano alimentar de acordo com os seus objetivos, aliado a um treino adequado são essenciais para o ganho de massa muscular.

Alguns alimentos, como a pasta de amendoim, podem te ajudar nesse processo e serem utilizados de forma estratégica.

A pasta de amendoim é calórica e contém alta quantidade dos macronutrientes.

Então, pode ser utilizada estrategicamente para te ajudar a alcançar a ingestão necessária de nutrientes, que é alta nas dietas para hipertrofia.

Além disso, fornece nutrientes essenciais para o ganho de massa muscular.

A proteína e os aminoácidos são essenciais para a construção muscular, por exemplo.

Já as gorduras são essenciais para a produção de hormônios envolvidos com o crescimento muscular, como a testosterona.

As vitaminas, minerais e o carboidratos também são importantes para a hipertrofia.

E todos esses nutrientes estão presentes na pasta de amendoim.

  1. Melhora do treino

A pasta de amendoim vem sendo muito consumida no pré-treino para ajudar na melhora do desempenho físico.

O consumo de carboidrato com pasta de amendoim, por exemplo, pão com pasta de amendoim, antes do treino, ajuda a diminuir o índice glicêmico da refeição.

Com isso, ajudar a manter os níveis de energia mais constante, além de prevenir a hipoglicemia durante o treino, que prejudica o rendimento físico e provocar até efeitos mais graves.

A hipoglicemia durante o exercício pode ser causada devido uma rápida absorção do carboidrato.

Que leva a um pico de glicemia e, consequentemente, um pico de insulina no sangue, que pode captar muita glicose de uma vez e provocar a hipoglicemia.

Além disso, fornece uma boa quantidade de energia através das gorduras boas que possui em sua composição.

  1. Ajuda na perda de peso

A pasta de amendoim não ajuda apenas quem quer ganhar massa muscular ou melhorar o desempenho.

Também ajuda quem deseja perder peso. E só quem quem está em uma dieta restritiva sabe o quão isso é difícil.

Ficar sem consumir alimentos não saudáveis, calóricos, ricos em gorduras e açúcares.

Isso porque quando há uma redução do consumo de calorias ou desses nutrientes, seu corpo inicialmente responde com o aumento da vontade de consumi-los.

Já o consumo da pasta de amendoim ajuda a manter o controle do apetite, devido o aumento da sensação de saciedade causado pela gordura.

E a vontade de consumir alimentos ricos em calorias, pois é rica no aminoácido triptofano, que auxilia na produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação do bem-estar.

Ou seja, a pasta de amendoim pode te deixar mais “feliz” depois de comer.

É o mesmo efeito provocado por alimentos porcarias, reduzindo o desejo por alimentos que podem prejudicar seus resultados.

Com isso, auxilia na redução da ingestão de alimentos altamente calóricos e não saudáveis, que colaboram para o aumento de gordura corporal e prejudicam o emagrecimento.

Como consumir pasta de amendoim

A pasta de amendoim deve ser consumida de acordo com as suas necessidades nutricionais.

Lembrando que seu consumo deve ser moderado por quem deseja emagrecer e definir, visto que possui um alto teor de calorias.

Ela pode ser consumida em qualquer horário do dia, de acordo com os seus objetivos e necessidades.

A pasta de amendoim também é um excelente alimento para adicionar em receitas e um alimento prático para levar para seus lanches.

Como escolher a sua pasta?

É possível encontrar nos mercados opções saudáveis de pasta de amendoim – sem adição de açúcares e aditivos químicos.

Certifique-se apenas se a pasta de amendoim que você vai comprar realmente não tem açúcar e aditivos.

Para isso, olhe as lista de ingredientes; essa deve ter apenas amendoim.

Confira nossas pastas: https://www.nutresul.com.br/produtos/pastas-de-amendoim/186

Fonte: Iridium

Benefícios do DHA

Estudos dos efeitos metabólicos dos ácidos graxos ômega 3, em especial o DHA, concluem que esses compostos podem ter mais benefícios para o nosso organismo além dos que já conhecemos. Foi descoberto agora que atuam na prevenção de doenças do fígado.

A pesquisa, feita por cientistas da Universidade do Estado de Oregon e outras instituições, foi uma das primeiras de seu tipo a usar metabolômica, uma análise de metabólitos que refletem os efeitos biológicos de ômega 3 no fígado. Foram pesquisados também os danos sofridos pelo fígado frente à dieta ocidental, que cada vez mais está relacionada à inflamação do fígado, fibrose, cirrose e, por vezes, insuficiência hepática. Os resultados foram surpreendentes, dizem os pesquisadores. A suplementação com DHA gerou mudanças expressivas observáveis no metabolismo de carboidratos, proteínas e aminoácidos, bem como no metabolismo lipídico.

Os resultados dos estudos indicam que suplementar com DHA é uma maneira de prevenir os danos do fígado causados pela dieta ocidental, que, geralmente, é baseada em um consumo excessivo de carne vermelha, açúcar, gordura e grãos processados. A pesquisa foi publicada na revista científica online PLoS One.

“Ficamos impressionados com a influência do ômega 3 e dos ácidos graxos (como o DHA) no organismo”, disse Donald Jump, professor da faculdade de OSU de Saúde Pública e Ciências Humanas. “A maioria dos estudos sobre esses nutrientes indica efeitos sobre o metabolismo lipídico e inflamação. Nossa análise metabolômica indica que os efeitos do ômega 3 vão além disso e inclui o metabolismo de carboidratos, aminoácidos e metabolismo das vitaminas”, acrescentou.

Recentemente, o ômega 3 tem sido objeto de pesquisa e muitas vezes com resultados conflitantes. As possíveis razões para as contradições são as quantidades de suplementos usados e a abundância relativa de dois ômega 3 comuns – DHA e EPA. Estudos em OSU concluíram que o DHA tem mais capacidade, quando comparado ao EPA, para prevenir a formação de metabolitos prejudiciais. Verificou-se que a suplementação de DHA reduziu até 65% das proteínas envolvidas em fibrose do fígado.

Os estudos foram realizados com animais de laboratório, que receberam um nível de suplementação de DHA equivalente a cerca de 2 a 4 gramas por dia, para uma pessoa de estrutura mediana. Na dieta, as fontes mais comuns de DHA são os peixes com mais teor de gordura, como salmão, cavala ou sardinha.

“Muitos estudos são feitos sobre doenças hepáticas, e estamos apenas começando a explorar o potencial do DHA na prevenção ou no retardamento da progressão da doença”, disse Jump, que também é pesquisador no Instituto Linus Pauling da OSU.

Tanto o diabetes quanto as doenças hepáticas aumentam de forma constante no Estados Unidos. Para Junmp, “o óleo de peixe, um suplemento comumente usado para fornecer ômega 3, normalmente não é prescrito para regular os níveis de glicose no sangue em pacientes diabéticos, mas nossos estudos sugerem que o DHA pode reduzir a formação de metabolitos de glicose nocivos associados a complicações diabéticas”.

A Fundação Americana do Fígado estimou que cerca de 25% da população do país, e 75% dos que são obesos, têm doença hepática gordurosa não alcoólica (esteatose hepática). Isso pode evoluir para esteato-hepatite não alcoólica, cirrose e câncer. Esse estudo estabeleceu que o principal alvo de DHA no fígado é o controle da inflamação, o estresse oxidativo e fibrose, que são as características mais graves dos problemas hepáticos.

Fonte: Essential Nutrition