Desvendando a Lactase

Para que serve a lactase e como utilizá-la em seu cotidiano!



Algo que é muito comum atualmente são pessoas depois da fase adulta desenvolvendo a intolerância a lactose. Tendo em vista que a intolerância à lactose ocorre pela deficiência ou ausência da lactase, a suplementação desta importante enzima pode ser benéfica.



De acordo com o Ministério da Saúde, a lactase ajuda a quebrar a lactose (açúcar presente no leite) em partes menores e mais fáceis de serem digeridas. Na falta dela, o organismo acaba sofrendo sempre que entrar em contato com leite e derivados, ocasionando desconfortos intestinais.



É possível suplementar a lactase?



Sim, inclusive se tornou uma prática muito comum entre o grupo de intolerantes a lactose. A suplementação da lactase pode proporcionar o benefício da introdução do grupo lácteo, aumentando a tolerância ao mesmo.



Mas o ajuste da dose e o tipo de lactase também pode fazer a diferença específica para cada indivíduo intolerante. Vale ressaltar que a manifestação dos sintomas em questão se dá de maneiras diferentes em cada caso, por isso essa importância de ajustar adequadamente a dose da suplementação de lactase.



Caso a dose da suplementação seja administrada de forma equivocada, o paciente corre o risco, principalmente, de seguir com os sintomas incômodos da intolerância à lactose.



Quando o ajuste demora para ser feito ou não ocorre, o risco será maior: seguir com o problema a longo prazo. A suplementação pode ocorrer de duas formas: a ingestão direta da lactase através de comprimidos mastigáveis ou a inclusão dela no preparo ao prato que será consumido, através de sua versão em gotas.



Maior liberdade e conforto em suas refeições



O uso da lactase vai de acordo com o paciente, para que ele se sinta mais livre e seguro ao se alimentar. A suplementação é especialmente pertinente quando a pessoa sabe que fará refeições na rua ou em viagens.



Nestas situações é mais difícil lidar com um eventual agravamento dos sintomas pela ingestão de algo contendo lactose que, à princípio, não se imaginaria ter. Desta forma, vale a pena ter à disposição esse auxílio em momentos mais críticos.



Ter o suplemento de lactase sempre por perto é essencial, principalmente, para que não aconteçam tantos problemas e desconfortos ao consumo inesperado. Alguns dos efeitos colaterais mais comuns são a indigestão e diarreia.



Tais sintomas podem ser ocasionados pelo consumo de lácteos, mesmo que escondidos em alguma preparação culinária. Em suma, a suplementação é indicada a fim de proporcionar melhor qualidade de vida.



Nada substitui o acompanhamento médico



É fundamental que essas e todas as demais medidas que contemplam o tratamento em questão sejam sempre adotadas apenas com recomendação médica.



O próprio Ministério da Saúde destaca que, por mais que a intolerância à lactose possa ser controlada com dieta e medicamentos, essas orientações não podem jamais substituir o acompanhamento médico.

Proteínas veganas e zero lactose

Quem não pode tomar whey protein tem boas opções para suplementar proteína. Descubra como elas são produzidas e como atuam no organismo.

Whey protein é a suplementação de proteína mais procurada por quem quer obter ganhos de massa muscular. Mas será a melhor opção para todos? Como o whey é o soro do leite, esta proteína não é uma opção aos alérgicos à derivados do leite ou pode causar dificuldade de digestão àqueles que apresentam intolerância à lactose. Além disso, há a questão dos muitos que optam por uma dieta vegana. Este texto vai abordar as opções de suplementação proteica que não têm o leite como base.

PROTEÍNA DA CARNE

A proteína isolada da carne bovina tem 14x mais L-glicina e 4x mais L-arginina que a proteína do soro do leite. Estes aminoácidos são precursores da Creatina, que é utilizada pelo organismo para fornecer energia durante os exercícios físicos intensos e de curta duração. A L-arginina também tem função na recuperação de tecidos. Além disso, também contém os aminoácidos BCAA, fundamentais para a ativação da produção de proteínas musculares.

Assim como no whey protein, é importante observar algumas características da proteína da carne para que sua performance seja eficiente. Quando hidrolisada e em peptídeos, por exemplo, sua digestibilidade, absorção e aproveitamento são superiores.

Mas e o sabor, é de carne? Diferente do que imaginamos, quando a proteína da carne é obtida utilizando a tecnologia a seu favor, o resultado é uma proteína que pode ser combinada à sabores doces, como chocolate, banana, ou seja, não tem sabor de carne! Suplementos sem açúcar e feitos com aromas e adoçantes naturais proporcionam ainda mais benefícios.

Ao optar por esta proteína é preciso também se atentar para a dieta do gado, evitando aqueles alimentados com hormônios, antibióticos ou pastagens geneticamente modificadas. Também devem ser observadas as quantidades de gordura, colesterol e sódio.

PROTEÍNAS VEGETAIS

Estima-se que cerca de 5 milhões de brasileiros são adeptos a dieta vegana. Para estes, tanto o whey protein quanto a proteína da carne não são opções válidas. A escolha deve então recair sobre suplementos com proteína extraída de fontes vegetais. Algumas destas fontes apresentam perfil de aminoácidos com grande similaridade e equivalência aos aminoácidos de origem animal.

A combinação de proteína isolada da ervilha amarela com proteína da amêndoa, por exemplo, além de suplementar proteína, proporciona a melhora do perfil lipídico, auxiliando na função cardiovascular. Atua também no controle glicêmico e ajuda na sensação de saciedade.

O suplemento pode ainda receber vitamina D3 exclusivamente vegana, já que pessoas adeptas a esta dieta, normalmente possuem carência desta vitamina. Os suplementos de proteína vegetal podem ainda oferecer vitaminas, minerais, enzimas e compostos bioativos de ação antioxidante, anti-inflamatória e antimicrobiana.

E, assim como nos demais suplementos proteicos, os de origem vegetal dispensam o uso de açúcar, adoçantes artificiais e aromatizantes artificiais para ficar delicioso. Sabores como cacau, banana com canela e baunilha são bem populares.

ARROZ E SOJA

As proteínas do arroz e da soja também são opções aos veganos e vegetarianos, no entanto, existem algumas ressalvas que devem ser observadas. No caso do arroz, diferente de outros cereais, o risco é de contaminação. Cultivado em solos inundados, seus grãos podem conter traços do metal pesado arsênio, que é mobilizado pelo excesso de água. Já a soja não seria a melhor opção por ser quase totalmente produzida a partir de grãos modificados geneticamente, que permitem o maior uso de herbicidas.

CONCLUINDO

Seja extraída de carne bovina, de vegetais ou mesmo de leite, a suplementação proteica é uma boa opção para praticantes de atividade física que querem maximizar o ganho de massa muscular. Também pode ser de grande ajuda para combater a sarcopenia, que é a perda natural de massa muscular com o passar dos anos.

Em todos os casos, é preciso ficar atento à qualidade dos ingredientes que compõem o suplemento de proteína escolhido. Itens como aromatizantes artificiais, açúcar e glúten não combinam com um alimento com função tão importante.

Gostou deste texto? Quer receber mais informações importantes para a sua saúde diretamente no seu e-mail? Cadastre-se em nossa newsletter!

Conheça nossos produtos veganos: https://www.nutresul.com.br/produtos/produtos-veganos/231

Proteína da carne: https://www.nutresul.com.br/produtos/proteina-da-carne-vermelha/136