DIA INTERNACIONAL DA SAÚDE MENTAL

Para apoiar e comemorar essa data especial, selecionamos alguns suplementos importantes para a manutenção de uma boa saúde mental.

Dessa forma, conheça 5 suplementos que ajudam na saúde mental.

ÔMEGA 3: São importantes constituintes das células do sistema nervoso.

LINK: https://www.nutresul.com.br/produto/poseidon-omega-3-ultra-concentrado-60-caps/1864

Vitaminas do complexo B: Possuem um importante papel nos processos de síntese dos neurotransmissores do SNC.

LINK: https://www.nutresul.com.br/produto/complexo-b-250mg-60-caps/2178

L-TRIPTOFANO: Tem a função de ser o precursor da serotonina, ou seja, o triptofano é convertido em serotonina. Melhorando a sensação de bem-estar e previne quadros de depressão.

LINK: https://www.nutresul.com.br/produto/tryptophan-30-caps/2271

ZINCO: Tem a capacidade de aumentar a sobrevivência das células do Sistema Nervoso Central (SNC).

LINK: https://www.nutresul.com.br/produto/zinco-280mg-60-caps/2151

VITAMINA D: Tem um papel no sono e nos ritmos circadianos. A mudança desses ciclos está associada com o quadro de depressão. Ela também influencia no crescimento neuronal, na proliferação celular no cérebro em desenvolvimento e embriogênese.

LINK: https://www.nutresul.com.br/produto/vitamina-d3-30ml/1035

VITAMINAS E OUTROS NUTRIENTES INDICADOS PARA GESTANTES.

A gestação é um processo intenso, que pode ser ainda mais maravilhoso se existe o suporte nutricional adequado para suas demandas únicas. Iodo e colina para a formação cerebral, ferro para evitar anemia, vitamina E para a função cognitiva. Esses são apenas alguns dos nutrientes recomendados para esta fase tão especial. Mas o que torna esses elementos tão importantes? O que a carência de vitaminas para gestantes pode causar? Confira.

Ômega 3

Um dos componentes do ômega-3, o DHA (ácido graxo docosahexaenoico), é transferido a taxas altíssimas da mãe para o feto. Essa distribuição é crucial para uma ótima saúde do cérebro, olhos, imunidade e desenvolvimento do sistema nervoso.

Devido à alta demanda do feto, pode ocorrer de a mãe se tornar carente do importante nutriente e, portanto, sofrer de problemas associados com a sua deficiência. Entre os principais estão o estresse e a depressão pós-parto.

Onde obter o ômega-3?

Uma das principais fontes são os peixes de águas frias e profundas. Entre eles, estão o salmão, o atum e a sardinha. Os crustáceos, em especial os que vivem em águas frias, também fornecem esse nutriente.

Além das fontes marinhas, encontramos os precursores de ômega-3 em oleaginosas como castanhas, nozes e amêndoa.

Também é possível encontrar em óleos vegetais como azeite, sementes de linhaça, chia e cânhamo, em vegetais de folhas escuras, como couve, brócolis e espinafre e até em leguminosas, como feijão, ervilha e grão-de-bico.

Ácido fólico

A ingestão deste nutriente durante a gravidez está relacionada à rápida proliferação celular, regulação da expressão genética, metabolismo de aminoácidos e síntese dos neurotransmissores. Também é importante para a saúde materna, podendo ajudar na prevenção ou minimização da depressão pós-parto.

Onde obter ácido fólico?

O fígado da galinha é o alimento com maior concentração de ácido fólico, sendo seguido pelo mesmo órgão do peru e dos bovinos. Na sequência do ranking de concentração por porção, estão os vegetais, feijão, lentilha, quiabo e espinafre.

Vitamina E

Durante a gravidez, é um importante antioxidante e ajuda a defender as células. Se constatou que, mesmo sendo importante durante toda a vida, os níveis elevados de concentração de vitamina E durante o nascimento foram associados com melhor função cognitiva em crianças de 2 anos de idade.

A carência deste antioxidante durante a gravidez é associada ao aumento de infecções, anemia, nanismo, aborto, desordens neurológicas e outras condições patológicas para a mãe e/ou bebê, o que faz dela uma das principais vitaminas para gestantes.

Onde obter a vitamina E?

A vitamina E é encontrada naturalmente em alimentos de origem vegetal, principalmente nos vegetais verde-escuros, nas sementes oleaginosas, nos óleos vegetais e no germe de trigo. Além disso, está presente em alguns alimentos de origem animal, como gema de ovo e fígado.

Vitamina D

De acordo com o National Institutes of Health (NIH), a interrupção no uso de pílulas anticoncepcionais pode levar a uma queda nos níveis de vitamina D. Para crianças, o baixo nível de vitamina D materno tem sido associado a um aumento do risco de parto prematuro e baixo peso ao nascer (<2.500 gramas). Para as mulheres grávidas, a deficiência de vitamina D tem sido associado com um aumento do risco de pré-eclampsia e diabetes gestacional.

Onde obter vitamina D?

As fontes de vitamina D são exclusivamente de origem animal, como sardinha, atum, ovo e fígado bovino. Para veganos, uma opção é a obtenção através de banhos de sol.

Vitamina B6

Tem diversas funções no corpo, incluindo a formação do sistema nervoso e de células vermelhas do sangue. Atua também como esteroide hormonal (relacionada ao colesterol) e na síntese de ácido nucleico.

Onde obter vitamina B6?

A vitamina B6 é encontrada em diversos alimentos, tanto de origem animal, como carne suína, leite e ovos, como de origem vegetal como aveia, banana, gérmen de trigo, abacate, sementes e nozes.

Iodo

É extremamente importante na biossíntese dos hormônios tireoidianos T3 e T4, que desempenham um papel notável no crescimento e desenvolvimento dos órgãos e, principalmente, do cérebro antes, durante e após a gravidez. A ingestão de iodo nos níveis recomendados ajudará a evitar uma má formação cerebral e preservar a capacidade de aprendizado da criança. Mesmo uma deficiência leve pode prejudicar o desenvolvimento intelectual da criança.

Na gestação, uma deficiência de iodo pode levar a um quadro de hipotireoidismo congênito. Nesses casos, a glândula tireoide do recém-nascido é incapaz de produzir as quantidades adequadas de hormônios tireoidianos. Se não receberem diagnóstico e tratamento adequados, essas crianças podem ter o crescimento e desenvolvimento mental seriamente comprometidos.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), toda mulher grávida deve consumir cerca de 250mcg de iodo por dia, e isso deve ser continuado até o término do período da amamentação.

Onde obter iodo?

Os principais alimentos ricos em iodo são os de origem marinha (ostras, moluscos, mariscos e peixes). Leite e ovos também são fontes de iodo, desde que oriundos de animais que tenham pastado em solos ricos em iodo ou que foram alimentados com rações que continham o nutriente. Vegetais oriundos de solos ricos em iodo também são boas fontes. Além disso, ele está presente no sal iodado.

Zinco

O zinco é um mineral com alta demanda pelo feto, pois atua na regulação do desenvolvimento cerebral durante a fase fetal e pós-natal.

Melhorar os níveis de zinco pode ajudar quanto a uma possível depressão da mãe, já que ele atua como um importante cofator para síntese de neurotransmissor. De fato, sob condições de grande estresse, o organismo elimina rapidamente o zinco através da urina, suor e saliva – quanto mais depressão, menor o nível de zinco.

Outro fator de proteção do zinco acontece diante da possibilidade de infecções virais, bacterianas e fúngicas que podem ocorrer durante o desenvolvimento do bebê. Esse micronutriente é um grande responsável pelo funcionamento do sistema imune.

Onde obter zinco?

Segundo a Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos, elaborada pela Unicamp, entre os alimentos com maiores concentrações de zinco estão o mingau tradicional, o cereal matinal, o acém bovino, o patinho bovino e a carne-seca.

Colina

Trata-se de um nutriente essencial presente em alimentos como fígado, carne bovina, peixes, amendoim e gema de ovos. Oferece benefícios tanto para danos hepáticos quanto para alterações neurológicas como depressão, perda de memória, entre outros.

Um aumento de sua necessidade aparece durante a gravidez e lactação, porque a colina é necessária para a produção da lipoproteína fosfatidilcolina – componente de todas as membranas celulares. Além disso, ela desempenha um papel central no desenvolvimento cerebral da criança, em especial na área do hipocampo e encéfalo frontal (regulação da memória e atenção), antes e após o nascimento.

Estudo da Universidade de Cornell aponta que o nutriente pode melhorar a maneira como a criança responde ao estresse. Outra pesquisa, desenvolvida na Universidade do Colorado – EUA, relatou um melhor funcionamento cognitivo da criança, além de uma redução no risco de desenvolver, futuramente, esquizofrenia.

Onde obter colina?

O ovo é, talvez, a fonte mais conhecida de colina, mas ela também pode ser encontrada no fígado bovino, no salmão, na couve-flor, na couve e no leite materno.

Ferro

É considerado necessário para apoiar o crescimento e o desenvolvimento do feto e da placenta. Também ajuda a atender à crescente demanda por células vermelhas do sangue (hemácias) para transportar oxigênio.

A deficiência de ferro é a principal causa de anemia durante a gravidez. A anemia grave por deficiência de ferro tem sido associada a um risco aumentado de bebês com baixo peso ao nascer (menos que 2.500 gramas), parto prematuro e mortalidade perinatal.

Onde obter ferro?

Entre os alimentos com maiores concentrações de ferro, estão o mingau tradicional, a farinha de arroz, o feijão, e as farinhas de trigo, cevada e aveia.

A opção pela suplementação com nutrientes para gestantes

E o que torna os suplementos uma opção a se considerar? A gestante de hoje não recebe a mesma quantidade de nutrientes em comparação com uma gestante que vivia há 90 ou 30 anos atrás. Em 1927, pesquisadores de King’s College, da Universidade de Londres, começaram a coletar dados sobre o teor de nutrientes dos alimentos (27 variedades de vegetais, 17 de frutas, 10 cortes de carne, alguns queijos e leites). Suas análises foram repetidas em intervalos regulares desde então, dando-nos uma imagem única de como a composição da nossa alimentação mudou ao longo do século passado: os alimentos perderam de 20% a 60% dos seus nutrientes.

Além disso, a manutenção de uma dieta rica e variada, que atenda a todas as recomendações de nutrientes, não é algo simples para a maioria das mães. Seja por falta de tempo, seja por falta de conhecimento. Como resultado, estudos vêm indicando uma carência nutricional entre gestantes.

Referência: https://www.essentialnutrition.com.br/conteudos/vitaminas-e-outros-nutrientes-indicados-para-gestantes/

Combo Best Vegan + Brinde ISO Crisp Vegan (60g)  

Composição do Combo:

> 2 – Best Vegan (500g) – Atlhetica Nutrition

> 1 – ISO Crisp Vegan (60g) – VitaFort – BRINDE

Você é vegano ou é adepto a uma dieta sem derivados animais? Já conhece as opções de proteínas com alto valor biológico?

As proteínas vegetais têm ganhado seu espaço no meio esportivo por conter qualidade nutricional e perfil de aminoácidos de ótima qualidade. Sendo uma ótima opção para quem procura aumentar a massa muscular e manter os níveis proteicos em dia.

Trazemos hoje uma ótima opção de Proteína Vegana para você conciliar sua dieta Veggie com a prática de atividade física.

O Best Vegan traz uma proteína 100% vegetal sendo uma ótima opção para uma suplementação proteica. É composta por: leguminosas, oleaginosas, grãos, cereais e sementes. Essas são as maiores fontes de proteína de origem vegetal, que aliada com a prática de atividade física pode proporcionar com maior afetividade dos seguintes benefícios:

> Aumento da Massa Muscular;

> Acelera a recuperação das fibras musculares;

> Evita a perda brusca de massa muscular;

> Aumenta os níveis de vitaminas e minerais;

> Mantém uma boa atividade de regeneração de células;

Corra já e garanta o seu, pois os estoques são limitados… Clique no LINK Abaixo e adquira Jáá.

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Gelatina proteica cremosa

Gelatina Proteica Cremosa

A gelatina proteica cremosa possui whey protein em seus ingredientes e rende quantas porções forem desejadas, ajudando você a matar aquela vontade marota de comer doces sem sabotar sua dieta.

Ingredientes:

– 1 pacote de gelatina com sabor de sua preferência;
– 185g de iogurte desnatado;
– 3 colheres de sopa (30g) de whey protein;

Para a melhor opção de Whey, clique abaixo:

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Modo de fazer:

Prepare a gelatina normalmente, de acordo com as instruções na embalagem. Depois, bata no liquidificador todos os ingredientes com a gelatina pronta, ainda quente.

Separe em porções e coloque para gelar até ficar consistente.

VOCÊ É OU PENSA EM SE TORNAR VEGANO?

Saiba tudo sobre a nova proteína que é a queridinha entre os atletas veganos.

A PROTEÍNA DE ERVILHA!

Uma proteína de alto valor biológico que fornece boa digestão e absorção, além de quantidades adequadas de aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que não são produzidos pelo corpo e que devem ser obtidos através de dieta ou suplementação.

Dentre os aminoácidos essenciais, três aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA – Branched Chain Amino Acids) são determinantes para a ativação da síntese de proteínas musculares: leucina, valina e isoleucina.

A mais conhecida fonte de proteína para suplementação certamente é o Whey Protein (derivado do soro do leite), porém a proteína de ervilha vem ganhando cada vez mais espaço no mercado suplementar.

Assim como o feijão e o grão de bico, a ervilha é uma excelente fonte de proteína com um alto valor biológico dessa forma, fornece boa digestibilidade e perfil de absorção rápido, auxiliando muito no ganho de massa magra. Por esse motivo, a suplementação de proteína da ervilha é muito procurada por atletas veganos.

Outra vantagem da ervilha como fonte de proteína em relação às outras fontes vegetais como a soja e o arroz, por exemplo, é que a ervilha não é considerada alergênica e possui perfil de segurança favorável.

Cultivada principalmente no Canadá e no norte da França (país fornecedor da proteína da ervilha utilizada no Veggie Protein) a ervilha passa por um processo inovador desenvolvido sem a utilização de solventes químicos a fim de manter suas propriedades funcionais e valores nutricionais elevados.

Nesse processo seguro e simples, a farinha de ervilha é desidratada e logo em seguida ocorre a separação do amido da fibra de proteína que é coagulada, purificada e cuidadosamente seca em um processo de múltiplos estágios por spray dryer, sendo finalmente aglomerada com o intuito de facilitar o uso e aplicação.

Como resultado da extração, tem-se a proteína da ervilha com alto teor proteico – aproximadamente 85% – com baixa quantidade de gordura, em torno de 6%, e com perfil favorável de ácidos graxos, cerca de 80% de ácidos graxos insaturados.

A proteína da ervilha do Veggie Protein possui certificação NON-GMO (não geneticamente modificados), certificação Kosher (alimento permitido obtido de acordo com as leis alimentares judaicas) e certificação Halal (alimento permitido obtido de acordo com os preceitos e as normas ditadas pelo Alcorão Sagrado e pela Jurisprudência Islâmica).

Conheça os benefícios do Veggie Protein Essential:

Ideal para veganos e vegetarianos, Veggie Protein é uma suplementação 100% vegetal com um sabor delicioso e natural de cacau desenvolvida com a combinação perfeita da proteína isolada da ervilha e da batata que fornece quantidade ideal de aminoácidos de alto valor biológico, promovendo, entre outros benefícios, um melhor desempenho esportivo e prevenção da degradação muscular.

Diferenciais:

> Vegano e vegetariano;

> Combinação da proteína isolada da ervilha e da batata altamente puras e concentradas (ervilha 85% de proteínas e batata 97% de proteínas);

> 22 gramas de proteína por porção;

> Sem glúten e açúcar;

> Sem adoçantes artificiais;

> Sem lactose e caseína;

> Sem conservantes;

> Sem gorduras trans;

> Sem corantes artificiais.

Benefícios:

> Melhora a performance física e muscular;

> Reduz a degradação muscular;

> Auxilia no pós-operatório;

> Aporte proteico;

> Dietas de emagrecimento.

Então se você é Vegano ou é adepto a uma alimentação a base de proteínas vegetais, leve o melhor para dentro do seu organismo. Aproveite!

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Cirurgia Bariátrica: Como e por que suplementar

Atualmente a cirurgia bariátrica é considerada a ferramenta mais eficaz no controle e no tratamento da obesidade severa. Os benefícios da cirurgia incluem resolução ou melhora acentuada de doenças crônicas como hipertensão, diabetes e hiperlipidemia. Entretanto, é preciso salientar que o tratamento cirúrgico da obesidade não se resume ao ato cirúrgico.

A má absorção de nutrientes é umas das explicações para a perda de peso alcançada com o uso de técnicas disabsortivas como a derivação biliopancreática/duodenal), sendo que cerca de 25% de proteína e 72% de gordura deixam de ser absorvidos. Automaticamente, nutrientes que dependem da gordura dietética para serem absorvidos, como as vitaminas lipossolúveis e o zinco, estão mais suscetíveis a uma má absorção nesse tipo de procedimento.

Vitaminas e minerais são fatores e cofatores essenciais em muitos processos biológicos que regulam o peso corporal direta ou indiretamente. Os benefícios metabólicos desses micronutrientes no controle da perda de peso incluem a regulação do apetite, da fome, da absorção de nutrientes, da taxa metabólica, do metabolismo de lipídios e carboidratos, das funções das glândulas tireoide e suprarrenais, do armazenamento de energia, da homeostase da glicose, de atividades neurais, entre outros. Assim, a “adequação” de micronutrientes é importante não só para a manutenção da saúde, mas também para obter o máximo sucesso na manutenção e na perda de peso a longo prazo
As deficiências de micronutrientes são as principais alterações que colocam em risco o sucesso dos procedimentos cirúrgicos. A prevenção das deficiências de vitaminas e minerais exige acompanhamento dos pacientes em longo prazo e o conhecimento das funções desses micronutrientes no corpo humano.

A utilização regular do suplemento nutricional tem sido defendida quando utilizada de forma correta: pelo menos cinco vezes por semana. No entanto, apenas 33% dos pacientes atendem a essa recomendação, e 7,7% deixam de utilizar os polivitamínicos/minerais após dois anos de cirurgia. A reposição e a incorporação de micronutrientes ao corpo a partir da alimentação é a maneira mais adequada de se manter os estoques corporais em níveis desejáveis. No entanto, em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica alguns fatores justificam a suplementação nutricional. Portanto, a utilização de uma dosagem diária adequada de polivitamínico/mineral é uma forma de garantir o aporte nutricional adequado de micronutrientes para o bom funcionamento dos processos que ajudam na regulação de peso corporal. A preocupação com a biodisponibilidade dos micronutrientes influencia na eficácia da suplementação. Nesse sentido, é importante considerar as formas de apresentação das suplementações disponíveis comercialmente.

O início da suplementação do polivitamínico/mineral ou da reposição de ferro de forma isolada têm sido recomendados logo após a alta hospitalar. No entanto, alguns hospitais já disponibilizam tal suplementação após 48 horas de cirurgia. A suplementação isolada de vitaminas e/ou minerais é utilizada no caso de diagnóstico de deficiência nutricional ou quando há a intenção de diminuir a interação.

O uso de polivitamínicos/minerais de forma preventiva deve compor o protocolo de atendimento de todos os pacientes submetidos à cirurgia bariátrica, principalmente daqueles submetidos às técnicas que envolvem algum grau de disabsorção. O tratamento das deficiências nutricionais desses pacientes deve considerar megadoses de micronutrientes devido à menor biodisponibilidade em decorrência das alterações fisiológicas proporcionadas pelas técnicas cirúrgicas. Mais estudos são necessários para estabelecer a dosagem eficaz no tratamento das deficiências nutricionais após cirurgia bariátrica.

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Referência:
http://www.scielo.br/pdf/ramb/v57n1/v57n1a25.pdf

Explicando a glutamina

A glutamina é um aminoácido utilizado em grande escala em nosso organismo. Quando não ingerido através dos alimentos, nosso organismo pode apresentar déficits que são prejudiciais a nossa saúde! Conheça mais sobre a glutamina aqui!

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L- Glutamina

A glutamina é o aminoácido mais comum encontrado em seus músculos – mais de 61% do músculo esquelético é glutamina. A glutamina consiste em 19% de nitrogênio, tornando-se o principal transportador de nitrogênio para as células musculares.

Durante o treinamento intenso, os níveis de glutamina estão muito esgotados em seu corpo, o que diminui a força, resistência e recuperação. Pode demorar até 6 dias para os níveis de glutamina voltarem ao normal – e a glutamina desempenha um papel fundamental na síntese de proteínas. Estudos demonstraram que a suplementação de L-Glutamina pode minimizar a quebra do músculo e melhorar o metabolismo das proteínas.

O que o pó de L-glutamina pode fazer por você?

A glutamina desempenha um papel fundamental no metabolismo de proteínas, na volumização celular e no anti-catabolismo. A capacidade anti-catabolica da glutamina previne o colapso dos músculos.

Isso é especialmente útil para pessoas que estão “Secando”. Especialmente durante o verão, quando você está tentando se livrar de alguma gordura corporal sem perder nenhum músculo. A glutamina é necessária em todo o corpo para um ótimo desempenho. Seu intestino delgado requer mais glutamina em seu corpo, e seu sistema imunológico também precisa de glutamina porque os níveis de glutamina se esgotam durante os treinos, fisiculturistas são mais suscetíveis a doenças – é por isso que a suplementação de L-glutamina é tão importante, não necessariamente para ganhar mais músculos mas para os efeitos de ‘manutenção’ da L-Glutamina. A suplementação de L-glutamina promove um balanço positivo de nitrogênio e previne a perda de massa muscular.

Quanto você deve complementar?

Fisiculturistas devem tomar 10 a 15 gramas de L-Glutamina por dia – suplementando-a 2 a 3 vezes ao dia, com cada um servindo em torno de 5 gramas. Você também deve saber que você pode já estar recebendo um pouco de L-Glutamina em sua dieta de outros suplementos que está tomando. Muitos suplementos de proteína já contêm um pouco de L-Glutamina, então leia os rótulos para saber com certeza. Os melhores horários para tomar o pó de L-Glutamina são pela manhã, após um treino e à noite antes de dormir.

Existe algum efeito colateral com a suplementação de L-glutamina?

Você deve se preocupar com efeitos colaterais de glutamina? Em suma, não. Você não deve se preocupar com efeitos colaterais de glutamina, como estudos descobriram que não tem efeitos colaterais adversos. No entanto, como todos os suplementos, nunca é uma boa ideia. Tomar quantidades excessivas de L-Glutamina levou a estômagos irritados, por isso você deve seguir as dosagens recomendadas.

Os benefícios da L-glutamina!

Você está suplementando a L-Glutamina? Se não, talvez deva considerá-lo depois de ler os seguintes benefícios. A glutamina é um doador de carbono e nitrogênio e ajuda a restaurar o glicogênio, que restaura a energia. A glutamina é o componente mais importante da proteína muscular e ajuda a reparar e construir músculos. Aqui está uma lista de benefícios da glutamina:

A glutamina tem sido associada à síntese de proteínas. Impede que o seu músculo seja catabolizado (comido), a fim de fornecer glutamina para outras células do corpo. Glutamina beneficia você, reabastecendo os níveis de glutamina em declínio durante exercícios intensos.

Glutamina pode servir para impulsionar o sistema imunológico. Para fisiculturistas, isso é importante, já que exercícios pesados tendem a reduzir os níveis de Glutamina. (Glutamina é uma fonte de energia primária para o seu sistema imunológico.) A glutamina é um dos nutrientes mais importantes para o seu intestino!!

Os pesquisadores estão sugerindo que a glutamina é o aminoácido mais importante para o fisiculturista. Ele fornece um componente no metabolismo muscular e no suporte celular não compartilhado por nenhum outro aminoácido, tornando os benefícios da suplementação de L-Glutamina um empreendimento realista.

Por que devo tomar L-glutamina?

Embora a L-Glutamina seja uma parte muito importante da suplementação de culturistas, a L-Glutamina não é apenas para fisiculturistas. A glutamina é essencial para manter a função intestinal e auxiliar na resposta imunológica também. Depois que a glutamina é sintetizada no músculo esquelético, ela é liberada na corrente sanguínea e transportada para o rim, fígado e intestino delgado e células do sistema imunológico, onde desempenha outro papel vital.

A glutamina é utilizada pelos glóbulos brancos e contribui para o funcionamento normal do sistema imunitário. Indivíduos com doenças relacionadas à perda muscular e ao sistema imune (como câncer ou AIDS) que podem ser incapazes de produzir seu próprio suprimento de glutamina podem se beneficiar dos suplementos de glutamina administrados junto com outros aminoácidos. Ficar doente ou perder massa muscular magra são possíveis sinais de deficiência de glutamina.

Então, você não está convencido ainda? Glutamina não é apenas importante para os fisiculturistas para ajudar a prevenir o metabolismo, também é importante para pessoas comuns com todos os benefícios que ela oferece, e sem efeitos colaterais. O que você está esperando?