Whey Protein ou hipercalórico?

Whey Protein ou hipercalórico: descubra qual a melhor opção para você.

Tirar só dos alimentos todas as calorias ou proteínas que seu corpo precisa para crescer não é fácil. Mas aí vem a dúvida: tomar hipercalórico ou whey protein?

Quando o objetivo é a hipertrofia, muita gente fica na dúvida entre dois suplementos importantes: hipercalórico ou whey protein?

Saber qual dos dois deve ser consumido é uma grande dúvida para a maioria das pessoas que quer crescer.

São dois tipos de suplemento que favorecem e potencializam o ganho muscular se utilizados corretamente, mas que atuam de maneiras completamente diferentes.

Quer saber qual dos dois é o ideal para você? Saiba tudo sobre hipercalórico e whey protein e descubra!

As principais vantagens do Whey Protein:

Ele auxiliar as pessoas a estimular melhor os seus músculos durante exercícios de musculação como nenhum outro produto.

Whey é o alimento à base de proteína que o homem pode comprar que mais rápido é absorvido pelo corpo humano.

Uma vez consumido, a proteína do suplemento é quebrada e transformada em aminoácidos rapidamente.

Então, passa a circular dentro do seu sangue.

Em alguns minutos, portanto, o sangue os leva para o tecido muscular, onde os aminoácidos vão potencializar a síntese de proteína.

Dessa forma, esses nutrientes auxiliarão no crescimento da massa muscular e na recuperação do corpo após um treino.

Do que é feito um hipercalórico? Quais os seus benefícios?

Os suplementos hipercalóricos são compostos por proteínas de alto valor biológico, lipídios (como ômega-3 e ômega-6), vitaminas e, em alguns casos, sais minerais.

O componente principal dos hipercalóricos, no entanto, é o carboidrato.

Sejam os simples, os complexos ou ambos, eles sempre estão presentes em grande quantidade.

Entre as suas várias vantagens, podemos destacar:

– Aumento do peso graças ao ganho de gordura e de massa magra;
– Melhoria no balanço energético da dieta;
– Auxílio no ganho e na reconstrução da massa muscular;
– Melhoria no desempenho durante os treinos.

Qual a melhor maneira de tomar hipercalórico?

Normalmente comercializado na forma de pó e consumido junto com água, suco, shakes ou vitaminas de frutas, o suplemento hipercalórico pode ser ingerido antes e depois do treino de musculação.

A recomendação de consumo é de que ele seja consumido com algum alimento que não tenha alto valor nutricional.

Para quem o hipercalórico é indicado?

– Ectomorfos (Biotipo de uma pessoa que apresenta um aspecto magro, com menor quantidades de gorduras corporal).
– Atletas de resistência
– Atletas de atividades muito intensas

Entenda um pouco mais sobre os Hipercalóricos:

Os hipercalóricos são uma boa para quem pratica atividades de longa duração ou que são intensas. Porque desta maneira, além de te ajudar a recuperar as calorias gastas, nesses casos, atua como um potente energizante. Se o seu tipo físico pode ser classificado como ectomorfo (caracterizado pelo baixo peso e por dificuldades de ganhar massa muscular), o hipercalórico também é indicado.

Principalmente, se você é iniciante e está com dificuldade em consumir o que precisa para garantir um aporte calórico positivo (ingestão de calorias maior que o gasto). Ele auxilia também as pessoas com um metabolismo muito rápido e que realizam a queima de calorias com mais intensidade.

Dessa forma, mesmo que o seu corpo “não colabore” com a busca pelos músculos dos sonhos, o suplemento hipercalórico dará o suporte necessário.

Contraindicações e efeitos colaterais dos hipercalóricos:

É sempre importante lembrar que, assim como outros suplementos, o uso dos hipercalóricos deve ser feito apenas após a consulta com um nutricionista.

Ele vai saber indicar qual a quantidade ideal de calorias que o seu corpo precisa de acordo com a sua rotina de treinos.

Como cada fabricante tem uma quantidade própria de calorias e nutrientes, ingerir uma quantidade incorreta irá prejudicar os seus resultados.

Além disso, a grande quantidade de calorias pode levar a um grande aumento de gordura corporal, quando consumo de forma errada.

Com isso, pode levar a outros problemas de saúde.

Além disso, os carboidratos em excesso podem causar o chamado “efeito rebote” e hipoglicemia, que podem causar queda de rendimento durante os treinos, mal-estar e até desmaios.

Portanto, saber como consumir e quais os riscos a serem prevenidos permite que o atleta possa efetuar a sua rotina de treinos sem medo de enfrentar algum problema ou imprevisto.

Afinal, qual é melhor: hipercalórico ou whey protein?

Como mostrado acima, cada suplemento é indicado em determinadas situações ou pessoas – podendo, em alguns casos, serem recomendados juntos.

O hipercalórico é mais indicado nos seguintes casos:

Pessoas com dificuldade em ganhar massa muscular e que precisam de uma maior quantidade de calorias.

Pessoas que treinam duas vezes por dia (ou mais), pois o suplemento contém uma grande quantidade de carboidrato e ajuda na ressíntese de glicogênio.

Pessoas que têm um gasto calórico muito alto por causa da prática de atividades físicas intensas.

Já o Whey Protein:

É mais adequado para auxiliar o atleta a ganhar a sonhada musculatura bem definida, portanto é mais indicado para as seguintes situações:

Manter a massa muscular já conquistada e prevenir a perda de massa muscular

Pessoas que buscam a definição corporal e/ou que estão em uma dieta mais restrita em carboidrato. A pessoa deve levar em consideração o tipo de Whey, no caso.

Para substituir o consumo do hipercalórico quando o peso ideal é atingido.

Para quem quer perder massa gorda, pois favorece o ganho de massa muscular, o que acelera o metabolismo.

Ele também ajuda a aumentar força muscular, melhorar o desempenho físico, recuperação muscular e colabora até para a saúde dos ossos.

Para a maioria dos atletas, hipercalóricos são fundamentais no período de bulking.

Já o whey protein em outros momentos – incluindo o cutting – permitindo bons e rápidos resultados.

Mas mesmo com toda essa informação que demos, a melhor resposta para a pergunta do título será por um nutricionista que avalie suas necessidades físicas específicas.

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Cirurgia Bariátrica: Como e por que suplementar

Atualmente a cirurgia bariátrica é considerada a ferramenta mais eficaz no controle e no tratamento da obesidade severa. Os benefícios da cirurgia incluem resolução ou melhora acentuada de doenças crônicas como hipertensão, diabetes e hiperlipidemia. Entretanto, é preciso salientar que o tratamento cirúrgico da obesidade não se resume ao ato cirúrgico.

A má absorção de nutrientes é umas das explicações para a perda de peso alcançada com o uso de técnicas disabsortivas como a derivação biliopancreática/duodenal), sendo que cerca de 25% de proteína e 72% de gordura deixam de ser absorvidos. Automaticamente, nutrientes que dependem da gordura dietética para serem absorvidos, como as vitaminas lipossolúveis e o zinco, estão mais suscetíveis a uma má absorção nesse tipo de procedimento.

Vitaminas e minerais são fatores e cofatores essenciais em muitos processos biológicos que regulam o peso corporal direta ou indiretamente. Os benefícios metabólicos desses micronutrientes no controle da perda de peso incluem a regulação do apetite, da fome, da absorção de nutrientes, da taxa metabólica, do metabolismo de lipídios e carboidratos, das funções das glândulas tireoide e suprarrenais, do armazenamento de energia, da homeostase da glicose, de atividades neurais, entre outros. Assim, a “adequação” de micronutrientes é importante não só para a manutenção da saúde, mas também para obter o máximo sucesso na manutenção e na perda de peso a longo prazo
As deficiências de micronutrientes são as principais alterações que colocam em risco o sucesso dos procedimentos cirúrgicos. A prevenção das deficiências de vitaminas e minerais exige acompanhamento dos pacientes em longo prazo e o conhecimento das funções desses micronutrientes no corpo humano.

A utilização regular do suplemento nutricional tem sido defendida quando utilizada de forma correta: pelo menos cinco vezes por semana. No entanto, apenas 33% dos pacientes atendem a essa recomendação, e 7,7% deixam de utilizar os polivitamínicos/minerais após dois anos de cirurgia. A reposição e a incorporação de micronutrientes ao corpo a partir da alimentação é a maneira mais adequada de se manter os estoques corporais em níveis desejáveis. No entanto, em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica alguns fatores justificam a suplementação nutricional. Portanto, a utilização de uma dosagem diária adequada de polivitamínico/mineral é uma forma de garantir o aporte nutricional adequado de micronutrientes para o bom funcionamento dos processos que ajudam na regulação de peso corporal. A preocupação com a biodisponibilidade dos micronutrientes influencia na eficácia da suplementação. Nesse sentido, é importante considerar as formas de apresentação das suplementações disponíveis comercialmente.

O início da suplementação do polivitamínico/mineral ou da reposição de ferro de forma isolada têm sido recomendados logo após a alta hospitalar. No entanto, alguns hospitais já disponibilizam tal suplementação após 48 horas de cirurgia. A suplementação isolada de vitaminas e/ou minerais é utilizada no caso de diagnóstico de deficiência nutricional ou quando há a intenção de diminuir a interação.

O uso de polivitamínicos/minerais de forma preventiva deve compor o protocolo de atendimento de todos os pacientes submetidos à cirurgia bariátrica, principalmente daqueles submetidos às técnicas que envolvem algum grau de disabsorção. O tratamento das deficiências nutricionais desses pacientes deve considerar megadoses de micronutrientes devido à menor biodisponibilidade em decorrência das alterações fisiológicas proporcionadas pelas técnicas cirúrgicas. Mais estudos são necessários para estabelecer a dosagem eficaz no tratamento das deficiências nutricionais após cirurgia bariátrica.

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Referência:
http://www.scielo.br/pdf/ramb/v57n1/v57n1a25.pdf

Aplicabilidades na suplementação de BCAA e associações

BCAA é uma fonte de aminoácidos de cadeia ramificada que são usados para abastecer os músculos de trabalho e estimular a síntese proteica. BCAA vem da abreviação de “Branch Chain Amino Acids”, que significa Aminoácidos de Cadeia Ramificada, são formados por 3 aminoácidos essenciais que não são produzidos pelo organismo, sendo eles: L-Leucina, L-Isoleucina e L-Valina.

Efeitos do BCAA sobre a síntese proteica e reparação muscular

A importância da Leucina, que é um dos seus componentes na reparação do dano muscular pós-exercício, estimulando a síntese de proteínas, tem sido bastante enfatizada em resultados de estudos recentes.

A leucina tem sido amplamente investigada, uma vez que a sua taxa de oxidação é maior quando comparada a isoleucina e valina e por possuir a capacidade de estimular a síntese proteica muscular. Os estudos demonstram que o efeito da mistura dos três aminoácidos sobre a síntese proteica muscular pode ser atribuído ao aminoácido leucina, uma vez que em estudo com músculo esquelético perfundido, foi verificado que o fornecimento de leucina isoladamente estimula a síntese proteica muscular tão efetivamente como a mistura dos três.

A leucina exerce os seus efeitos em nível pós transcricional e mais comumente durante a fase de iniciação da tradução do RNA-mensageiro em proteína. O mecanismo pelo qual a leucina estimula a tradução de proteínas está relacionado ao fato do aumento da concentração intracelular desse aminoácido promover a ativação de uma proteína quinase denominada alvo da rapamicina em mamíferos (mammalian Target of Rapamycin – mTOR). O mTOR estimula a síntese proteica principalmente por meio de três proteínas regulatórias chaves: a proteína quinase ribossomal S6 de 70 kDA (p70S6k); a proteína 1 ligante do fator de iniciação eucariótico 4E (4E-BP1); e o fator de iniciação eucariótico 4G (eIF4G). (Figura 1)

Leucina é um dos aminoácidos de cadeia ramificada (os outros são isoleucina e valina), e se destaca pela capacidade de promover a síntese proteica via estímulo de PI3k/akt/mTOR (sinalizadores intracelulares) para maior incorporação de aminoácidos nas fibras musculares, assim como estímulo de células satélites para garantir não só hipertrofia, mas hiperplasia e regeneração tecidual. (Nie C 2018).

Alguns trabalhos sugerem a suplementação com leucina como forma de terapia importante para promoção do anabolismo e regeneração do tecido muscular lesado, inclusive com a oferta de outros nutrientes que possam exercer ação sinérgica.

Uma preocupação constante em relação a saúde humana é com a perda de massa muscular associada ao envelhecimento. Trabalhos sugerem que indivíduos que ao envelhecerem conseguem manter ou aumentar a massa muscular, tem maior longevidade e melhor qualidade de vida. (Srikanthan P, 2014).

Trabalho recente publicado por Devries MC et al (2018) em mulheres idosas com média de 69 anos submetidas a exercício resistido na perna, promoveu suplementação com whey protein isolado 25g (sendo 3g de leucina presentes na dose de whey) em um grupo, e no outro grupo, 10g de proteína de leite sendo também com 3g de leucina, por 6 dias. Os resultados demonstraram que a síntese proteica miofibrilar foi maior no grupo que tomou 3g de leucina com apenas 10g de proteína do leite, concluindo que o mais importante para evitar a perda de massa muscular e garantir o anabolismo não é o total proteico, mas a oferta dos aminoácidos essenciais e não essenciais e a dose de leucina presente.

Alguns estudos recentes têm reforçado o conceito da suplementação de whey protein associado a uma dose maior de leucina para garantir a síntese proteica e evitar a sarcopenia em idosos praticantes de atividade física. Os autores tem indicado doses de 3 a 5g de leucina. (Kramer et al, 2017; Chanet A et al, 2017).

Pessoas que podem se beneficiar com a suplementação de leucina são pacientes em uso de crônico de corticoides, como os asmáticos, portadores de doenças autoimunes, alérgicos e algumas formas de câncer (ex, leucemias), já que estes são medicamentos capazes de inibir a síntese proteica. A leucina pode evitar a proteólise e a sarcopenia por bloquear a AMPK (adenosina monofosfato kinase) e estimular o mTOR. (figura 1) (Wang XJ et al, 2016)

Uma associação interessante de ser feita na prática clínica é a suplementação de leucina com glutamina, conforme descrito por Waldron M et al (2018). Os autores testaram a leucina na dose de 0,087g/Kg associado com 0,3g/kg de glutamina, e observaram redução significativa da Creatina Kinase e da dor muscular tardia (DOMS) em relação ao grupo que usou apenas maltodextrina (controle), após exercício excêntrico.

Uma outra possibilidade de utilização da leucina é em dietas cetogênicas visando tratamento de epilepsia ou mesmo perda de gordura corporal para garantir a massa magra. Leucina é um aminoácido cetogênico, porém sua utilização requer cuidado pois sua capacidade de liberação de insulina poderia atrapalhar a cetose fisiológica do jejum ou mesmo induzida pelo consumo de triglicerídeos de cadeia média (TCM). Harvey C et al (2018) descreve em sua revisão que dosagens de até 9g de leucina induzem a cetose, mesmo reduzindo a proporção gordura para proteína de 4:1 para 2,5:1.

Portanto, conclui-se que a suplementação de leucina tem suas indicações para prevenção do catabolismo muscular, especialmente em situações clínicas descritas no texto, devendo ser bastante valorizada para o público idoso, bem como fazer suplementação associada a TCM (pré-treino) ou glutamina, ou mesmo com Whey Protein visando um ganho extra ao anabolismo e a síntese miofibrilar.

Referências:

http://www.vitaforscience.com.br/single-post/2018/08/22/Suplementacao-de-leucina-eassociacoes
http://viafarmanet.com.br/wp-content/uploads/2015/07/BCAA-Protein.pdf

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7 benefícios da creatina para mulheres

O que vem à mente quando você pensa em creatina? Seria uma imagem de um cara com veias abauladas ao estilo Huck?

Se for esse o caso, você pode querer considerar e pensar numa mulher batendo um novo recorde pessoal de agachamento. Ou aquela senhora na piscina da sua academia. Ou qualquer uma das mulheres longelíneas e magras no estúdio de ioga. Ou a sua colega de trabalho, que diz encaixar treinos super curtos entre as atividades de seus filhos.

Afinal, a creatina, que atualmente é indiscutivelmente o suplemento mais amplamente estudado no mercado, é tão (se não mais) benéfico para as mulheres do que para os homens, afirma Abbie Smith-Ryan, Ph.D., professora assistente de ciência do exercício e esporte na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill.

E os benefícios se estendem muito além da academia. Além de ajudar as mulheres a maximizar seus exercícios e resultados, a creatina pode ajudar as mulheres a afastar a depressão, se sentirem mais enérgicas, se tornarem mais produtivas profissionalmente e evitar doenças crônicas.

Então, o que é a creatina?

A creatina é um composto natural produzido pelo corpo e contido em quantidades limitadas na carne. Dentro do corpo ela se converte em fosfato de creatina (CP), que então entra no sistema de energia anaeróbia do corpo para manter suas células providas com energia de ação rápida, diz Susan Kleiner, Ph.D., consultora de nutrição esportiva e autora de “Power Eating”.

No entanto, além de facilmente usada e requisitada, seus níveis podem estar bastante baixos particularmente naquelas pessoas que consomem pouca ou nenhuma carne.

Por essa razão, muitos nutricionistas recomendam que as mulheres tomem de três a cinco gramas de creatina monohidratada a forma mais estudada e eficaz por dia. (Claro, não se esqueça de falar com seu médico antes de adicionar um suplemento em sua rotina de saúde.) Você pode dissolvê-la em água e beber junto a uma refeição ou colocá-la em um shake de proteína, diz Smith-Ryan, observando que alguns dados sugerem que consumir creatina junto com carboidratos ajuda na sua absorção.

A hora do dia, é você quem escolhe. Se você está prestes a fazer um treino de alta intensidade, a suplementação antes ou durante pode ser ótima para o desempenho e recuperação. Ou, se simplesmente precisa de um acordar no meio da tarde, um copo de água com alguma creatina pode ajudá-la.

Aqui está a ciência por trás das muitas razões pelas quais cada mulher deveria tomar creatina

1 – Você vai otimizar seus exercícios de alta intensidade

Quando se está levantando carga pesada, fazendo treinos tipo Tabata ou corrida tipo sprint, a creatina ajuda a treinar mais e mais, maximizando a capacidade do corpo de produzir energia explosiva, diz Smith-Ryan. Isto ocorre porque as mulheres podem queimar de 50 a 70 por cento de suas reservas de fosfato de creatina em apenas 5 a 30 segundos de exercício de alta intensidade.

De fato, uma revisão de 22 estudos concluiu que, em média, a suplementação de creatina aumenta o número de repetições que um levantador de peso pode realizar em 14%.

2 – Você verá melhores resultados do exercício

A creatina pode alimentar seus músculos mesmo após o treino, ajudando no reparo muscular, na reposição das reservas de creatina e até mesmo regulando o pH do músculo, afirma Smith-Ryan. Tradução: Seu corpo se recupera mais rápido e melhor após cada treino.

Além disso, enquanto que a creatina não altera a composição corporal diretamente, ao passo que melhora a execução de exercícios de alta intensidade e a capacidade de recuperação, ela resulta consistentemente em aumentos na massa muscular (magra), de acordo com uma revisão publicada no Journal of International Society of Sports Nutrition. Bônus: Mais músculo significa um metabolismo mais rápido.

3 – Seu cérebro funcionará mais rapidamente

Suas fibras musculares não são as únicas células que funcionam com creatina, mas também as células cerebrais, diz Kleiner, que observa que toma creatina principalmente para promover a saúde e função cognitiva. Afinal, num estudo da Universidade de Sydney, o consumo de cinco gramas de monohidrato de creatina por dia durante seis semanas resultou melhoras significantes nos testes de inteligência dos participantes e no desempenho da memória de trabalho.

Isso porque, além do cérebro usar creatina para a energia, ela apresenta ter efeitos anti-inflamatórios fortes, Kleiner diz. Isso faz com que a creatina seja uma das principais candidatas na pesquisa sobre a prevenção e tratamento da doença de Alzheimer, de acordo com uma revisão da Universidade do Centro de Ciência Médica do Norte do Texas.

4 – Você afasta a depressão

Um cérebro energizado é um cérebro feliz. Caso em questão: em um estudo de 2012 publicado em American Journal of Psychiatry, quando mulheres deprimidas que tomaram antidepressivos juntamente com cinco gramas de monohidrato de creatina por dia apresentaram duas vezes mais melhorias nos sintomas, em comparação com as mulheres que tomaram somente antidepressivos (sem creatina).

5 – Você poderá reduzir o risco de doença cardíaca

A suplementação de creatina pode em breve ser considerada uma marca de estilo saudável para o coração, assim como o ômega-3 e exercícios tipo cárdio. Um estudo de 2015 publicado no Journal of Sports Medicine and Physical Fitness encontrou que adultos que fazem treino de resistência e que tomam creatina têm níveis mais baixos de homocisteína. A homocisteína é um subproduto metabólico associado a um maior risco de doença cardíaca, ataque cardíaco e derrame.

6 – Você estará melhor hidratada

Pesquisa de Smith-Ryan publicada no American Journal of Lifestyle Medicine mostra que o uso de creatina aumenta significativamente a hidratação, levando água para as células do corpo células musculares incluídas. Esta hidratação extra torna seus músculos mais fortes.

7 – Poderá lhe oferecer benefícios na luta contra o câncer

Enquanto a pesquisa ainda tem um caminho a percorrer neste quesito, há esperança de que a creatina possa um dia ser uma poderosa aliada na luta contra o câncer. Em um estudo da Universidade de São Paulo de 2016, a sua suplementação reduziu as taxas de crescimento de tumores malignos em 30%. Os pesquisadores acreditam que a creatina faz isso reduzindo os níveis de acidose (uma queda significativa no pH) e estresse oxidativo dentro e ao redor das células cancerosas.